quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Gato do Dia - Michael C. Hall

Michael Carlisle Hall (Raleigh, 1 de fevereiro de 1971) é um ator estadunidense, conhecido por suas atuações em séries televisivas como A Sete Palmos do canal HBO, atuando como David Fisher, e como Dexter Morgan na série Dexter do canal Showtime. Em 31 de dezembro de 2008, casou-se com a atriz Jennifer Carpenter, que interpreta sua irmã Debra no seriado Dexter.

 




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A possibilidade de uma gravidez


Basta um teste de farmácia para indicar se você estará (ou não) carregando um barrigão em breve. Mas nem sempre o resultado esclarece o suficiente - tanto a quem quer um sim como às aflitas por um não. Existe falso positivo? E se a menstruação não chegar, apesar de a varetinha indicar o contrário? NOVA vai além do que mostra a bula.

Vocês transaram sem camisinha e, semanas depois, sua menstruação atrasou. Para algumas mulheres, imaginar um bebê a caminho é a melhor notícia do ano. Para outras, motivo de pânico. Em ambos os casos, a dúvida de estar ou não grávida gera altíssima expectativa. Enquanto a dita-cuja não vem, você vive uma tortura mental. Quem não quer nem pensar em sapatinhos de crochê se martiriza por causa do vacilo com o preservativo, da fatalidade de ter falhado no anticoncepcional justo naquele mês... E se pergunta: será que ele tirou o pênis na hora H? Há chance de o ciclo estar desregulado? E essa angústia pelo resultado não é menor nas ávidas por um filho, que acham que a cegonha não ouve seus apelos.

Para acabar, de um jeito rápido, com a aflição que já sufocou muitas de nós, inventaram o teste de farmácia. Só na rede Drogaria São Paulo são vendidas cerca de 160 mil unidades de cinco marcas diferentes por ano. É simples assim: você compra o produto e segue as instruções - os mais baratos vêm com uma tirinha para ser mergulhada num pote plástico com a sua urina; os mais caros parecem termômetro e você deve jorrar o líquido direto na ponta dele. Dentro de cinco minutos, aparecerá uma linha, o traço de controle, indicando que o teste foi feito corretamente. Se surgir uma segunda, bebê à vista. Ou seja, o hormônio HCG (sigla em inglês para gonadotrofina coriônica humana), presente no organismo das grávidas e em grande quantidade na urina, reagiu com o anticorpo presente no teste.

Se pode haver falha? Dificilmente. "Esses testes [de farmácia] têm 99% de precisão, até uma linha bem clarinha já denuncia!", responde a ginecologista Carolina Carvalho Ambrogini, especialista em sexualidade pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas, quando é você que está lá, no banheiro, recolhendo a primeira urina da manhã, passa longe da sua cabeça essa precisão de quase 100%. "A experiência é cercada por ansiedade", garante o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira, psicoterapeuta e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Camila, de 24 anos, professora de educação física, que o diga: "Não consegui seguir as instruções direito de tanto que meu namorado ficava em cima". E esse mix de expectativa com medo dá margem a várias dúvidas, que vamos solucionar agora.

"Meu ciclo menstrual é desregulado e o teste deu falso negativo"
Esse risco existe. Aconteceu com Ana, de 25 anos, agente de turismo. Até a primeira gravidez, sua menstruação era uma bagunça só. "Quando transei sem camisinha, fiquei perdida ao fazer os cálculos da fase fértil. Cinco dias depois, o teste de farmácia dava negativo. Passado um mês e meio, nada de menstruação. Refiz o teste de farmácia e, dessa vez, deu positivo. Me senti confusa, comprei outro e... positivo de novo. Confirmei com o exame de sangue de laboratório, e estava esperando um filho." A ginecologista Carolina Ambrogini explica que a dosagem de HCG ainda estava baixa na urina de Ana quando o resultado deu negativo. "O ideal é fazer o teste de farmácia 13 dias após a concepção - corresponde ao primeiro dia de atraso da menstruação para quem tem ciclo regular. Quando o período é desregulado, não é possível determinar a data exata. Então, se der negativo, melhor repeti-lo." Ou fazer o exame de sangue Beta HCG, que acusa a presença do hormônio com mais precisão, cerca de dez a 12 dias depois que o óvulo foi fecundado. "Ele consegue rastrear quantidades ainda menores do hormônio no sangue", completa a dra. Carolina.

"Tomo pílula. Só falta saber que ela altera o resultado..." 
Sem chance. Tomar pílula anticoncepcional, antibiótico ou qualquer outra medicação não influencia o resultado do exame. A exceção são os hormônios receitados para tratamento de fertilidade.

"Tenho medo de que o resultado seja positivo e eu não esteja grávida"
O chamado falso positivo ocorre raramente, quando há hormônio HCG no organismo por outro motivo: presença de tumores como o de ovário ou endométrio. Fora essa exceção, ele é detectado no corpo feminino quando um embrião está se desenvolvendo. E tem funções importantes, como produzir progesterona até o terceiro mês de gestação e adaptar o corpo da mulher para os nove meses seguintes, deixando o útero receptível ao feto. Ele também é o agente que causa os enjôos e as dores de cabeça no primeiro trimestre.

"Não apareceu nenhuma linha no meu teste. Fique intrigada, pensando que havia algo errado comigo"
Nada disso. Simplesmente você procedeu de um jeito diferente do indicado na bula. "Podem dar três resultados: positivo, se aparecem duas linhas; negativo, se aparece uma; e há ainda o errado, quando não aparece nenhuma", explica Ernesto Leon, diretor da fabricante de teste de gravidez All American. Para não gastar dinheiro à toa, ele recomenda abrir a embalagem apenas na hora de usar, pois a umidade do ar pode manchar a tira.

"Os dois testes de farmácia (de marcas barata e cara) deram negativo. Só que a menstruação não veio. Estou grávida?"
Provavelmente não, embora seja importante procurar o médico para saber o que de fato está acontecendo com você. Há duas hipóteses que deve considerar: alterações hormonais (relacionadas a desordens da tireóide, por exemplo) ou tensão mesmo. Muitas mulheres passam por isso: basta entrar em pânico, por achar que está grávida ou por medo de ainda não ser dessa vez, para a danada não dar o ar da graça. "Você libera hormônios do stress, como o cortisol, que podem desregular o ciclo", esclarece a dra. Carolina. Foi assim com a assistente de tráfego Patrícia, de 21 anos, que se culpava por ter feito sexo casual. "Minha menstruação estava atrasada havia mais de dez dias e eu, superansiosa. Quando a ginecologista me sugeriu agendar as consultas de pré-natal, então, fiquei desesperada", relata. Ela arriscou fazer o teste de farmácia. Surpresa: a temida segunda linha não surgiu. Com Patrícia mais calma, seu período voltou ao normal no mesmo dia.

Fonte: http://nova.abril.com.br/edicoes/426/saude/possivel-gravidez.shtml?pagina5

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Já ouviu falar em mitomania?


Quando mentir se torna uma frequência

Não acredita em uma palavra do que aquela amiga diz? As histórias mal contadas do seu ex já viraram piada? NOVA alerta para uma doença mais comum do que você imagina: a mitomania.

Quantas mentiras você contou hoje? Não precisa se assustar com a pergunta. Uma pesquisa da Universidade de Massachusetts indicou que qualquer mortal chega a contar três lorotas a cada dez minutos de conversa. Outro estudo da Universidade do Sul da Califórnia constatou que temos contato com 200 inverdades por dia, como ouvinte ou encarnando o próprio Pinóquio. Quer dizer que mentir de vez em quando é normal? Depende. Psicólogos concordam que soltar um "Sua apresentação foi um sucesso, chefe" ou "Adorei seu cabelo repicado" são cascatas inofensivas e eficazes para garantir o bom convívio e se preservar. Por outro lado, avisam que não é normal a mentira passar de exceção à regra. E é disso que vamos falar aqui.

Lorota (nada) boa
Você deve conhecer alguém com fama de embromador, tipo aquela prima que adora falar sobre suas viagens incríveis nas férias, quando todos sabem que ficou em casa. Se ela não consegue controlar a verborragia de inverdades, é provável que seja uma... mitômana. "A vítima dessa doença chega ao ponto de acreditar em suas invenções", explica o psiquiatra Geraldo Massaro, terapeuta especializado em psicodrama do Hospital das Clínicas de São Paulo. E por que ela mente? "Pode ser que se sinta diminuída perante os amigos ou queira apimentar suas experiências", complementa Massaro. Mas... se tem consciência de que falseia os fatos, por que não se censura? "Quem sofre de mitomania prefere se afastar dos amigos ou mudar de trabalho a se confrontar com a realidade", explica o psicólogo Sandro Caramaschi, especialista em relacionamento humano e professor do departamento de psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A advogada Mônica, 28 anos, sabe bem como funciona esse processo de fuga. "Desde que se separou, minha mãe já inventou que tinha namorados mais jovens e até recebido ofertas de emprego para cargos de diretoria. Tentei mostrar com provas concretas que a havia flagrado. Mas ela me acusava de querer enlouquecê-la. Saía de casa sem dizer aonde ia, voltava de madrugada e agia como se nada tivesse acontecido. Tenho certeza de que tantas invenções são fruto de carência", avalia.

Cheque se sua língua encrenca você 
Com medo de padecer da síndrome do Pinóquio? O simples fato de estar preocupada já é sinal de que tudo vai bem. Os mitômanos não demonstram arrependimento nem autocrítica. Quer mais comprovações de que sua mentirinha é inofensiva? Fique tranquila se você...

• Mente apenas em situações pontuais - para não ofender alguém, por exemplo.
• Toma cuidado para que a história não cause problemas aos outros.
• Não lança mão da lorota para conseguir vantagens que seriam usufruídas por outro.
• Não inventa fatos com intuito de manipular ou influenciar.
• Tenta sempre outros recursos, como desconversar ou omitir.
• Evita alimentar uma meia-verdade com outras meias-verdades.






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Os homens da sua vida (sexual)


Quantos já passaram pela sua cama: muitos? Poucos? O suficiente? É loucura liberar essa informação para ele? Vale mentir para impressionar as amigas? NOVA entrega, sem meias-palavras, qual a melhor saída para essa questão nem um pouco amorosa.


Assim que bateu os olhos nele, você pensou: "É o meu número!" Desde então, saem uma vez por semana, o papo flui, o sexo é quente... A paquera tem tudo para virar namoro. Até que um belo dia ele lança: "E aí, com quantos caras você já transou?" Essa, minha amiga, junto com a potencialmente perigosa "Quanto você pesa?", é uma das perguntas que fazem o sangue da maioria das mulheres gelar. Como driblar a situação? NOVA ouviu a terapeuta sexual Rachel Morris e o escritor e expert em pensamento masculino Ulisses Tavares, além de representantes dos times feminino e masculino. A tal saia-justa não vai incomodá-la nunca mais!

A verdade e tão somente a verdade?

Ao se ver frente a frente com a questão, é bem provável que algumas dúvidas passem pela sua cabeça: melhor fazer mistério sobre o tal número? Arredondá-lo para um único dígito? Aumentá-lo a fim de parecer mais sexy? A terapeuta Rachel Morris levanta a lebre: "Se você se orgulha de ter conquistado a liberdade sexual, por que não sentir o mesmo em relação à quantidade de experiências que teve?" Em outras palavras, não tem cabimento se envergonhar dessa vitória. É você, e só você, quem decide quantos homens vai levar para sua cama macia. Além do mais, em tempos de encontros online e vibradores Rabbit, nós, garotas de atitude, não ficamos mais sentadas esperando o próximo orgasmo chegar. Vamos atrás dele, certo? Ainda assim, se assumimos que gostamos de nos divertir, por que ficamos tão relutantes em falar sobre o assunto?

E não é só quem tem pontuação alta que se incomoda em responder à pergunta do ficante. Muitas com histórico sexual modesto também se esquivam do tema. Melissa, advogada carioca de 23 anos, sabe do que estamos falando. "Evito comentar com minhas amigas que só transei com o meu namorado sob pena de me acharem careta."

Assunto tabu

O problema com o tal número mágico é que não existe uma resposta certa ou errada. "Verdade que uma das vantagens de ser mulher hoje é poder ter escolha sexual", fala Rachel. "Por outro lado, também é fato que ainda existem homens que acham bacana exibir um número alto de transas, mas preferem que nós nos mantenhamos... castas. Gostam que sejamos quentes na cama, só que não querem saber onde conhecemos as manobras que os enlouquecem", observa a especialista. Sim, é difícil decidir o que revelar e o que omitir, pois nem todos evoluíram nesse sentido. Os gatos que aparecem na sua vida são da turma dos machões? Machistas light? Ou têm mente aberta?

A essa altura, talvez você se pergunte: "Melhor, então, jurar de pés juntos que aprendi tudo apenas lendo NOVA?" Tomás, 24 anos, técnico em informática de Recife, não acharia má ideia. Ele confessa: "Homens não suportam a ideia de a namorada ter feito sexo com outros. Fere a nossa masculinidade. Sem falar que somos competitivos demais. Sei que não é um comportamento moderno ou adulto. Por isso, em vez de ficar procurando informação, prefiro pensar que temos mais ou menos a mesma experiência sexual. O passado da minha mulher não deveria importar, mas continuo achando que é mais fácil confiar em alguém que tenha tido quatro namoros longos do que 40 casos de uma única noite. Ela vai parecer mais séria e menos volúvel." Lisa, 25 anos, secretária de um escritório de advocacia em São Paulo, sente essa pressão: "Já fiz sexo com mais parceiros que meu namorado. Ele acabou de sair de um romance longo e eu estava curtindo a vida de solteira. Pelas minhas contas, transei com uns 15 caras, mas não pretendo falar para não deixá-lo inseguro. Apesar de feliz com o meu currículo sexual, não estou certa de que meu querido esteja preparado para a verdade. Se um dia ele perguntar, talvez eu diminua para uns oito."

Mais é menos? Ou menos é mais?

A razão para aumentar ou diminuir a quantidade, segundo Rachel, é sempre a mesma (tanto para homens quanto para mulheres): insegurança. No entanto, como a chance de você acertar a resposta que ele quer ouvir é mínima, talvez seja melhor uma destas alternativas: omitir, levar na brincadeira, desconversar, responder só quando conhecê-lo melhor. Uns vão encarar numa boa, sem fazer prejulgamentos. Outros nem tanto. Por via das dúvidas, Rachel radicaliza e aconselha até uma mentirinha branca. "Tentou mudar de assunto mas ele continua insistindo? Não há problema em diminuir o número a fim de colocar uma pedra sobre a conversa." Passado é passado, certo?

O que eles realmente pensam sobre a matemática sexual

Ulisses Tavares, autor de Guia do Homem Que a Mulher Também Deve Ler (Geração), explica por que não existe uma resposta correta:

"Existem informações que são importantes para o homem saber sobre a mulher que compartilha sua cama e sua vida. A data do aniversário dela, por exemplo. Seu número de sapato. Os dias de TPM. Mas existem dados que só servem para tornar a vida amorosa e sexual masculina um sofrimento anunciado. O que fazer se a gente fica sabendo que seu ex foi cruel? Ou, pior ainda para o nosso ego e nossa masculinidade, ele era nota 10? De uma maneira sábia, a natureza nos fez bobocas, crédulos e pretensiosos. Bobocas por achar que nossa companheira nunca atingiu o orgasmo antes de nos conhecer. Crédulos ao interpretar gemidos como os melhores de sua vida. E pretensiosos por atribuir ao nosso pênis e à nossa performance erótica uma capacidade inédita de fazer de cada transa um acontecimento! Nada fere mais o homem que saber com quantos outros sua mulher já foi feliz na cama. Inseguro, ele recebe a confissão como mais uma ameaça à sua competência. E ela se agiganta por envolver rivais que ele não conhece e só pode imaginar como melhores. Mulher, inteligente emocional como é, só abre esse jogo como fantasia sexual. Sabe que somos seres que pensam com a cabeça de baixo. Nossa frágil autoestima agradece a desinformação nesse caso. Mulher esperta vai para a cama como se fosse a primeira vez. E homem esperto faz de conta que acredita."

A prova dos nove

Flávia conta 20; Carina, 5. E nenhuma das duas se arrepende ou se envergonha da soma.

Número mágico: 20
"Dos 22 aos 32 anos trabalhei em companhias aéreas. E levei ao pé da letra o ditado que diz ‘Um amor em cada porto’ - ou aeroporto. Fui para a cama com pelo menos 20 homens. Justo eu que tinha namorado um amigo de infância por dez anos! Quando comecei a trabalhar, o moço não entendia que eu tinha pouco tempo para encontrá-lo. Terminamos. Uma aeromoça viaja muito. E nesse vaivém conheci vários gatos. Os romances eram superficiais, mas não me arrependo. Cada um me ajudou a crescer emocional e sexualmente. Com eles eu descobri o que me dá prazer entre os lençóis e quais as qualidades que meu homem ideal precisa ter. Chegou uma hora em que percebi que precisava ficar sozinha, me valorizar. Foi nessa época que conheci meu marido, em uma reunião de amigos. Estamos juntos e felizes há seis anos. Nunca escondi nada, contei que já fui mulher de muitos homens. Sabe o melhor? Ele adora. Diz que ter uma esposa experiente é ótimo - o sexo fica muito melhor."

Número mágico: 5
"Sou exigente. E é por isso que apenas cinco homens passaram pela minha vida até agora. Um gato precisa me conquistar antes de me levar para a cama. Fiz amor pela primeira vez só aos 17 anos, com um amigo que se tornou meu namorado. Na época, eu era a única virgem da turma. Mas demorei porque precisava me sentir confortável antes de me entregar. E ainda sou assim. Para ficar comigo, o homem não precisa ser bonito, mas tem que ser inteligente e estar a fim de se comprometer. Na balada, quando me interesso por um cara, penso: ‘Vai transar comigo e depois me largar?’ Se a resposta for sim, parto para outra. Tenho medo de me apaixonar por um galinha e acabar sofrendo. Sou romântica! Então, prefiro ter calma. Mesmo com um currículo de poucos amantes, estou feliz. Sei o que quero de um romance e quais manobras um bonitão tem que fazer para me levar à loucura na cama. Não precisei de muitos homens para descobrir tudo isso."

Fonte: http://nova.abril.com.br/edicoes/430/amor_sexo/homens-foram-para-sua-cama.shtml?pagina6





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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Falsos namorados

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Ele quis abusar de mim!


 Este foi um caso verídico, enviado por Lua, uma grande amiga minha, que nao quer ser reconhecida.

Eu tinha +ou- uns 7 a 8 anos de idade meu pai tinha uma oficina de ourivesaria em casa e trabalhava vários homens .Sempre tínhamos babás pra cuidar de mim e dos meus irmãos. No meio dos funcionários dos meus pais tinha um homem que era irmão bastardo da minha mãe .Tipo meu vô teve um segundo casamento e a ex dele tinha um filho já,ele foi morar com a gente .Acredito q ele tinha ja uns 23 anos de idade ,feio, asqueroso,eu me lembro q ele adorava querer brincar comigo.Me colocava no colo dele e ficava brincando. Um dia meus pais saíram e minha baba foi dormir e os funcionários tava de folga como ele morava com a gente 

eu lembro q ele começou a brincar comigo,de repente ele botou a mão dentro da minha calcinha.Eu saí correndo. Ai eu não sei se por inocência ou intisnto mesmo de ser humano ele me pegou e tirou minha calcinha e começou a beijar minha vagina a passar a lingua .Na hora eu nun entendi nada mas deixei pq ele dizia q so qria dar carinho,lembro q teve uma hora q ele botou o penis dele pra fora ,nesse momento sair correndo com medo e chorando vi aquele negocio estranho. Ele qria q eu beijasse corri e me tranquei no banheiro.Fiz tanto barulho q a
baba acordou e meu irmão mas velho acabava de chegar da escola.Chorei muito,ai ele chegou e me disse “se vc contar pra sua mãe ela vai te bater muito pq vc fez coisa errada e seu pai vai te dar uma surra”.Fiquei com muito medo.Nun falei nada ,vivia cm medo dele,quando meus pais saiam eu me trancava no quarto cm medo dele qrer me pegar de novo,ate q um dia ele foi embora e acabei me esquecendo dessa historia.Anos depois eu adolescente, reencontro ele,meus olhos de ódio por ele respondia tudo meu comportamento desesperado em ver ele ,minha mãe me fez cozinhar pra ele, q raiva que eu senti da minha mãe, pq eu lembrava 
q ela dizia aconteça oq acontecer cm vc na rua não traga problemas pro seu pai, ai eu pensava nun podia contar pra ela pq se não ia ter uma confusão e ela podia achar q era culpa minha,pois minha mãe sempre teve pensamentos antigos sempre achava q se uma mulher era violentada era por culpa dela pq ela se insinuava pros homens então me via perdida.Anos se passaram e um dia ele foi preso por tentativa de estupro ai ela ficou desesperada tentando ajudar ,eu ja uma mulher adulta olhei pra ela e disse "deixe ele la ,ele nun presta, vc ta atras de defender ele pq o considera cm irmão,mas ele nun considera vc nada pq ele e um monstro”,contei toda a historia pra ela,ela chorou bastante e disse “porque vc não me contou?” eu olhei dentro dos olhos da minha mãe e disse “pq a senhora nunca me fez confiar q eu poderia ter vc pra me defender,eu via q vc nunca acreditava no q a gente dizia e sim no q as pessoas falava ,tive medo de apanhar,de acontecer uma confusão q envolvesse meu pai,tive medo de ser apontada me calei e me escondi e agora q eu vejo q ele ta sendo punido por ter feito cm outr pessoa
me sinto vingada então por favor não ajude ele,por mas q a senhora o ame cm irmão.deixe q a justiça o condene ele.” Minha mãe calou e me olhou cm aquele olhar de qm se viu q falhou cm ummfilho. Hoje em dia ele continua preso.Ainda bem,aprendi uma coisa, toda vez q uma criança tem reação estranhas cm uma pessoa .vc tem q observar pq essa pessoa alguma coisa ja fez ou ja tentou fazer pra essa criança,nunca deixe seu filho ficar cm pessoas estranhas ate msm cm brincadeiras de sentar no colo ou de agarrar com alguém da sua família.O ser humano tem mente malvada, suja e uma criança não tem maldade ver tudo cm olhos de inocência.....


Lua
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